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6.2.09

Regresso ás origens!

Finalmente, de volta!

Ora, numa altura em que, mais que nunca, é necessário reunir esforços para os combates eleitorais que se adivinham contra o actual sistema de destruição nacional, o Activismo-Nacional regressa, assim, à blogosfera nacional que tanto o tem acarinhado.

Assim, tendo em conta o primeiro desses combates, a comunidade nacionalista dever-se-à juntar em torno da campanha do Prof. Humberto Nuno de Oliveira, do excelente Reverentia Lusa, candidato pelo Partido Nacional Renovador ás “europeias”. Deste modo, sob o lema “A união Europeia prejudica Portugal”, esta campanha tem como objectivo primordial lançar para a hasta pública uma discussão séria, nunca antes realizada em Portugal, sobre a entrada do mesmo na Europa federalista de Bruxelas. Apesar das dificuldades que se avizinham, as “europeias” funcionarão, também, como uma verdadeira sondagem ao crescimento das ideias nacionalistas em Portugal, que tanta falta fazem, de modo a que, meses mais tarde das “europeias”, o PNR esteja em condições de se afirmar aos cidadãos portugueses como a única alternativa credível para este marasmo político e social.

1.10.08

Semana agitada

Como é sabido, o PNR, o único partido político português sem papas na língua, colocou um novo cartaz, desta vez em entre campos. Este cartaz resulta na generosidade da comunidade nacionalista que, desde o início, esteve disposta a contribuir para este pequeno grande projecto.
O timing foi, a meu ver, excelente, uma vez que, apesar dos joguinhos de estatísticas de São Bento, a realidade é que os Portugueses sentem cada vez mais os efeitos «benéficos» destas políticas de imigração descontrolada. Parabéns, PNR!

Por outro lado, apesar de continuar a ser silenciado por quase toda a comunicação social, o julgamento político que envolve quase quatro dezenas de nacionalistas está prestes a terminar, sendo já na próxima sexta-feira, dia 3 de Outubro, a sessão de julgamento. Enquanto isso, tudo continua na mesma: assaltos, carjacking´s, etc, etc... De facto, é perigoso estar certo quando o Governo está errado!

16.9.08

Mais segurança!


O Governo continua a demonstrar ser incapaz de dar resposta ao problema da criminalidade violenta - depois de semanas em que a comunicação social fez alarido de mortes e roubos. Nos últimos dias apenas se sentiu diferença na diminuição do número de casos noticiados mas, na verdade, nada mudou e nada foi feito em concreto para resolver eficazmente esse problema que alastra em todo o país.

A única medida anunciada pelo Governo, além dos disparates do sinistro Rui Pereira, foi a nomeação de um mega-comissário político de controlo da investigação criminal - adivinha-se que os políticos dos partidos do sistema continuem a ficar de fora dessas supostas investigações. Assistimos a meras operações 'stop', mas fortemente mediatizadas, para fiscalização de taxa de alcoolemia em que se aproveita para revistar os condutores à procura de objectos proibidos. Caso sejam encontrados, estes servem unicamente para engrossar a estatística do - aparente mas falso - controle da proliferação de armas ilegais.

A propósito de Rui Pereira, quem tem explorado a sua deficiente prestação é Paulo Portas, usando e abusando de falsas e demagógicas alusões à imigração e segurança. Sabe-se que essas sugestões, e não promessas em concreto, são atiradas para o ar apenas porque o CDS é oposição, e sabe-se também que, mesmo que fossem propostas, estas nunca seriam cumpridas por um Governo CDS. Isso ficou demonstrado quando Paulo Portas fez - efectivamente - parte do Governo PSD/CDS, altura em que supostamente começou o aumento exponencial da criminalidade violenta, e quando o liberal-capitalista Portas exigiu uma quota maior de entrada de imigrantes no nosso país, maior ainda que a proposta do próprio PSD.

A propósito de imigração, ainda esta semana foi noticiado o caso de um imigrante que, tendo cadastro por homicídio no Brasil, circulava livremente pelas nossas ruas, cometendo roubos e homicídios, mesmo depois de já ter sido condenado anteriormente também em Portugal. Como sempre, o Estado limitou-se a emitir um cordial pedido, por carta, onde se solicitava ao meliante que se ausentasse voluntariamente do nosso país. Acabou por ser detido por se descobrir que fora o autor de mais um homicídio de um comerciante português em Setúbal.

Com este tipo de política criminal, bem como com a actual Lei da Nacionalidade que promove a vinda de imigrantes para Portugal, não haverá esperança na resolução dos problemas mais graves do nosso país. Portugal precisa de políticas que defendam o Nacional, que coloquem os interesses dos portugueses acima de interesses partidários ou pessoais, e apenas o PNR se apresenta como força política com vontade e coragem de tomar as medidas urgentes e necessárias para um harmonioso desenvolvimento do nosso país.

Fonte: WWW.PNR.PT

31.7.08

PNR na Guarda




(via O interior) São sobretudo jovens, de diferentes estratos sociais, que reúnem regularmente em cafés ou nas suas próprias casas. Defendem a nação, o ambiente, o património histórico e cultural e a família como principal célula da sociedade. São contra a droga, o aborto, o "lobby-gay" e as agressões racistas, sejam elas verbais ou físicas. «Pessoas normais», dizem. Há quem os chame extremistas, nazis ou "skins", mas eles assumem-se tão só nacionalistas e andaram pelas ruas da Guarda no último domingo.
Neste momento contam-se seis ou sete membros activos na cidade, mas José Pinto Coelho, presidente do Partido Nacional Renovador (PNR), está animado com as informações de que dispõe. De há dois anos para cá começou a formar-se uma estrutura mais sólida, as pessoas passaram a dar a cara nas acções de rua e está para breve a formalização do núcleo local do PNR. Já é certo que haverá listas pela Guarda nas legislativas de 2009 e está «em aberto» a possibilidade de concorrer também à Câmara da capital do distrito no próximo ano, «apesar de ser difícil», admite o dirigente. Por enquanto, «o objectivo é acolher mais elementos», uma vez que dados recentes do partido indicam a existência de «muitas pessoas dispersas que simpatizam com o PNR em toda esta região». Quem o afirma é "Maria" (nome fictício), uma das militantes na Guarda. Terminou recentemente um curso superior e é uma das hipóteses mais fortes para ser mandatária distrital da lista que vai concorrer às próximas legislativas pelo círculo da Guarda.
Para demonstrar o crescimento do partido na região, Maria apresenta os últimos resultados eleitorais. Em 2005, o PNR colheu 332 votos nas legislativas, mais 91 que nas europeias do ano anterior. A esta subida do número absoluto de votos junta-se o facto do resultado distrital (0,33 por cento dos votos) ter sido o dobro dos escrutínios obtidos em todo o país (0,16 por cento), com especial destaque para a "cidade mais alta", onde o partido conseguiu 62 votos (0,25 por cento dos votos escrutinados). Á semelhança dos dirigentes nacionais, a jovem militante tem encontrado «várias dificuldades», a começar pela falta de apoio financeiro. «As pessoas não conhecem bem o PNR, pois há uma deturpação da nossa imagem e dos nossos ideais», lamenta. Ideais que, segundo Maria, a ajudaram a superar alguns dilemas com que se deparou nos últimos anos. «Tinha dificuldades de integração social e profissional e, sendo o PNR um partido que defende as necessidades dos portugueses, foi aqui que encontrei respostas às minhas dúvidas», recorda.

Interior precisa de investimento, não de «esmolas»

Assim tem acontecido com muitas pessoas: «Encontramos cada vez mais dificuldades no nosso caminho, e qualquer outro jovem poderá precisar de respostas que hoje não lhe são dadas pelo sistema em que vivemos», acrescenta. No interior, os nacionalistas têm-se manifestado pela preservação da Serra da Estrela e pela defesa do comércio tradicional. «Fala-se que quererem vender o Cine-Teatro a chineses e isso é inaceitável. Como é que se vende um dos "ex-libris" da cidade ao comércio chinês?», questiona Pinto Coelho. Na Praça Luís de Camões, o dirigente nacionalista lamenta o cenário que o rodeia: «Não deixa de me doer estarmos no centro histórico desta cidade emblemática e ver estas casas degradadas, ao abandono. Quando uma nação não se preocupa com a sua própria identidade, quando chegamos à principal praça de uma cidade como a Guarda e vemos tantas casas devolutas, pensamos "que dirigentes são estes que deixam cair a alma nacional aos pedaços?" E as pessoas estão a sentir isso», avisa.
Pinto Coelho recorda, em contraponto, os casos de violência recentemente registados na periferia de Lisboa: «Viram-se pretos e ciganos aos tiros nas nossas ruas como se isto fosse o Ruanda. Depois vêm os ciganos reclamar casas. O Governo, impotente, quase que lhes pede desculpas. Isto é intolerável. Estamos nós a pagar os subsídios a estas pessoas que pagam rendas de quatro euros, e depois os portugueses aqui no interior têm dificuldades como o desemprego e o encerramento dos serviços», critica. Para "sarar" algumas das "feridas" da região, como a desertificação, a militante Maria diz que é preciso «renegociar ou negar a Política Agrícola Comum (PAC), voltar a investir na agricultura e no ensino superior, incentivar a instalação de indústria e do sector terciário no interior do país e apostar seriamente na família. Portugal tem de investir no interior. Não é dar esmolas, mas investir», reclama. Um investimento que, para Pinto Coelho, passará por «"injectar sangue novo"» nas zonas mais antigas das cidades: «O interior e as zonas históricas são fundamentais para que se cultive a família, a noção de nação e os valores tradicionais», garante.
Enquanto guardense, Maria apresenta duas propostas concretas: «Poderia haver descontos no metro cúbico de água em função do agregado familiar e incentivos à aquisição de habitação por casais jovens», afirma, desconhecendo que a primeira já está a ser aplicada pelo município. Isto colocando «os portugueses em primeiro lugar», para que não se repita o sucedido em Vila de Rei, onde a autarquia incentivou a imigração de brasileiros: «É perigosíssimo querer estabelecer colonatos no interior. Depois queixem-se se isto ficar como o Kosovo», avisa.

Caso de Rita Vaz ainda na memória dos nacionalistas

Há um ano, a história de Rita Vaz, aluna de Medicina na Covilhã, agitou o meio académico da Universidade da Beira Interior (UBI). Em causa estava o facto da estudante se ter assumido como coordenadora nacional da Juventude Nacionalista, manifestando intenções de se candidatar à Associação Académica. Maria conhece a colega e diz que Rita Vaz, «dado o seu empenho e a sua exposição», acabou hostilizada. «Isto acontece com todos nós», argumenta a guardense, justificando assim o seu anonimato: «Nas acções de rua temos de dar a cara, mas quando falamos com a imprensa temos de salvaguardar a nossa identidade, pois nem sempre as pessoas sabem distinguir as coisas». O presidente do PNR não critica este recolhimento, até porque «há pessoas que têm de pensar na família ou numa carreira e não querem ver o seu futuro comprometido. Isto tem de ser um risco calculado». Por isso, Pinto Coelho acusa alguns docentes da Faculdade de Medicina da UBI de terem encetado uma campanha «contra "aquela miúda nacionalista", como a chamaram. A Rita Vaz sentiu-se e continua a sentir-se muito perseguida na faculdade», denuncia, garantindo que tudo seria diferente se ela fosse da Juventude Socialista ou da Juventude Social-Democrata. «Quando não conseguem silenciar-nos, envolvem-nos numa imensa carga pejorativa. Por exemplo, quando se fala na extrema-esquerda, fala-se no Bloco. Quando falam de nós, somos os "skins", os nazis. É uma luta muito desigual», critica.

28.7.08

Activismo


O verdadeiro activismo faz-se na rua!

21.7.08

Não, obrigado!



(via PNR) A ortografia não é mera convenção, mas o corpo da língua na sua expressão escrita. O debate sobre o acordo irrompe numa época de crise, consoante nota uma petição on line posta a circular por um grupo de personalidades, em que o uso oral e escrito do português se degradou profundamente, ferindo a nossa identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros. O acordo é mau, não resolve os problemas existentes e traz ao palco outros que ainda não conhecíamos.

Se o português é falado em paragens tão longínquas, contrário às regras seria que não tivesse diversas variantes. Há casos em que a diversidade de pronúncia geralmente seguida no Brasil ou em Portugal determina ou admite um registo ortográfico distinto. Marquem-se, portanto, as preferências de cada um dos falares, mas não se adopte nunca o processo de impor ou ceder grafias, por mero intuito de solucionar enganosamente problemas advindos de diferenças inevitáveis.

1. A língua não é assunto para legisladores. Um idioma não se impõe por decreto. Infelizmente, andamos nisto há cem anos. Fernando Pessoa, por exemplo, marimbou-se de alto para a reforma ortográfica de 1911 e continuou a grafar como havia aprendido. Sobre a reforma republicana, escreveu: «Além do impatriotismo, foi o acto imoral e impolítico».
O Inglês é a língua franca do mundo inteiro, mas nenhum Parlamento pretendeu até hoje "unir" e "harmonizar" as ortografias do Reino Unido e dos Estados Unidos, que são diferentes.

2. O acordo é uma reforma falha de bom senso, com inúmeros erros, imprecisões e ambiguidades.

3. Em lugar de garantir a "unidade" linguística, o acordo admite grafias facultativas.

4. O acordo, ao eliminar consoantes chamadas mudas, tende a acelerar o processo de consonantização da nossa fala. Já haviam sido eliminadas em 1945 as letras consonânticas "c" e "p" das sequências interiores "cc", "cç" e "pt", nos casos em que são invariavelmente mudas nas pronúncias portuguesa e brasileira. Mas algumas consoantes tidas por mudas neste acordo, na verdade não o são, visto que se lêem ou têm valor etimológico indispensável à boa compreensão das palavras.

5. A diferença entre o português de Portugal e o do Brasil é menos ortográfica do que lexical. Para além das naturais variações de pronúncia, prosódia e morfossintaxe. Há autocarro, em Portugal, e ônibus, no Brasil; comboio e trem; eléctrico e bonde; boleia e carona; talho e açougue; pequeno-almoço e café da manhã; casa de banho e banheiro; relvado e gramado; guarda-redes e goleiro; matraquilhos e pimbolim; telemóvel e celular; e um larguíssimo etc.

6. O acordo provocará a inutilização de milhões de livros das bibliotecas, e obrigará as famílias a suportar custos elevados em novos dicionários e livros escolares.

Bruno Oliveira Santos

19.7.08

Festival nacionalista de verão


(via PNR) No próximo dia 9 de Agosto, sábado, o PNR promove o 1º Festival Nacionalista de Verão.

O evento, que terá lugar no Algarve, pretende promover o convívio entre militantes e apoiantes do PNR, num ambiente descontraído e em local privado.
Ao longo de toda a tarde terão lugar, ao ar livre, alguns espectáculos musicais (com bandas de Portugal e Espanha) e vários debates com a participação de diferentes intervenientes, de Norte a Sul de Portugal.

Autocarro Nacionalista
Para todos os que se desloquem a partir de Lisboa e arredores, existe a possibilidade de viajarem no autocarro que o PNR alugou para o efeito.
A viagem de ida e volta ao Festival Nacionalista de Verão 2008, com a entrada no recinto incluída tem o custo de apenas 20€. As inscrições são naturalmente limitadas e aceites por ordem de chegada.

Reservas
Em breve serão facultados mais detalhes sobre esta inovadora iniciativa.
De momento sugerimos que, caso tenha interesse em participar, nos envie o mais breve possível um email para ce@pnr.ptEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de e-mail .

14.7.08

2009 ao virar da esquina

A locomotiva nacionalista avança com uma meta já traçada: 2009, representação parlamentar!

O actual panorama social e político é nos favorável. Os crescentes níveis de preços praticados pelas petrolíferas conduzem a uma grave crise económica que encarece a vida dos Portugueses, enquanto que os salários nominais dos portugueses não conseguem fazer frente a esta escalada inflacionista que mais parece não ter fim. Ainda na economia nacional, a taxa de desemprego continua a desanimar aqueles que querem um rumo certo para a sua vida; a expectativa fraca dos jovens licenciados junta-se à falta de esperança por parte dos reféns do emprego precário. Relativamente à justiça, ou à falta dela, de facto, pouco à a dizer. Os sucessivos casos deixados em águas de bacalhau não convencem nada nem ninguém. O actual clima de guerra urbana nas grandes áreas envolventes de Lisboa espelham o crime organizado ao estilo dos gangs norte-americanos, deixando milhares de cidadãos com o coração nas mãos e sem confiança nas autoridades. Enquanto tudo isto se passa, já no parlamento, o Portugal mostrado pelos governantes é claramente diferente; as estatísticas manipuladas reinam conjuntamente com este sentimento de um país de sem rei nem roque, e com os Portugueses descrentes nos políticos do costume que se escudam atrás do argumento de que o último é que é o culpado.

De facto, para nós, nacionalistas, é hora!

(ver aqui e aqui)

5.7.08

Do presidente aos nacionalistas


(Via PNR) No passado mês de Junho lançamos o primeiro número do boletim Terra Portuguesa

– órgão de comunicação oficial do PNR – o qual pretende ser um importante elo de ligação entre militantes e simpatizantes.

Além de abordar variados temas, o Terra Portuguesa tem por objectivo principal, dar a conhecer, de forma rigorosa, as actividades desenvolvidas por militantes e apoiantes do nosso Partido.

Com 12 páginas e uma periodicidade trimestral (por enquanto), importa que este projecto se mantenha, desenvolva e ganhe força para através dele levarmos a “Chama” aos nacionalistas!
É de grande importância para os objectivos de crescimento do PNR, que este boletim seja divulgado e lido pelo maior número possível de pessoas.
Este é, sem dúvida, um meio privilegiado para fazer passar a mensagem do PNR!
Para dar notícias do PNR!

Assim, tal como noutros assuntos, assume particular importância o empenho pessoal de todos os Nacionalistas para o seu sucesso e para o cumprimento dos seus objectivos.
Apelo pois a todos, para que, sem demora, comprem, leiam e divulguem o nosso “jornal”!

José Pinto-Coelho
1 de Julho de 2008

25.6.08


(via PNR) Três anos após o arrastão de Carcavelos, assistimos agora em Oeiras a um novo e grave episódio de violência e perturbação da ordem pública: gangues étnicos envolvidos em cenas de violência num espaço de lazer para as famílias portuguesas.

Como se tal não bastasse e não fosse suficientemente grave, estes ainda agrediram com violência as forças de segurança que tentaram restabelecer a ordem, ferindo agentes da autoridade, o que demonstra bem o desprezo destes gangues pela autoridade e pela ordem.

Este é o retrato dramático da criminalidade crescente e da insegurança para o qual o PNR há muito tem vindo a alertar. Situações como esta que se viveu no passado sábado só tendem a banalizar-se se não se tomarem medidas urgentes que passam pela determinada vontade política e pela coragem.

Essas medidas têm sido defendidas constantemente pelo PNR.
Assim, a nível da segurança:
> Reestruturar as forças policiais;
> Atribuir à Polícia preparação, autoridade e meios de actuação contra a criminalidade;
> Reduzir a imputabilidade penal para os 14 anos.
A nível da imigração:
> Reverter os fluxos migratórios;
> Extinguir o instituto do reagrupamento familiar;
> Alterar a lei da nacionalidade e as leis da imigração.

Sem tais medidas, a insegurança para os portugueses não vai parar de aumentar.

O PNR exige que se tomem medidas sérias no campo da segurança, se apoie efectivamente as forças policiais e se pare com o branqueamento da criminalidade dos gangues étnicos apelidando-os de “jovens” ou “indivíduos”.


Comissão Política Nacional
23 de Junho de 2008

28.4.08


Segundo pude constatar aqui, o PNR apresentou o seu núcleo algarvio. O Partido Nacional Renovador apresenta enormes potencialidades de crescimento em quase todas as regiões de Portugal e , mais uma vez, o Algarve não foge à regra. Tal como tinha referido anteriormente, é necessário, em primeiro lugar, haver organização interna para que, posteriormente, nos possamos apresentar diante das necessidades da populações e, com isso, consigamos atingir as metas traçadas. Uma excelente iniciativa que merece os meus aplausos.

14.4.08

últimas

Foi com muito gosto que pude ler aqui que o PNR irá estar presente no Algarve para apresentar os núcleos de Faro, Loulé e Portimão. Como tinha escrito no meu último postal, é necessário arranjar alternativas para fazer passar a mensagem nacionalista na primeira mão, pois só assim não correremos riscos de dizerem ou escreverem coisas que não correspondem à verdade. De facto, os jornais locais, são uma excelente maneira de comunicar com as populações, pelo menos enquanto estes não estiverem sob a batuta do sistema.

Conferências, encontros, contactos com as populações, manifestações, distribuições de propaganda são sinónimos do nosso crescimento.

É necessário haver organização a nível local para que, já em 2009, se possível, haja uma representação parlamentar e, consequentemente, para que nós nacionalistas nos sintamos representados.

8.4.08

Conferência PNR

No próximo sábado, dia 12, pelas 14h e 30, o PNR irá dar uma conferência cujo título é Kosovo é Sérvia - um grito contra a nova ordem mundial.

O local da conferência será o Hotel Diplomático e irá contar com os oradores de serviço Prof. Humberto Nuno de Oliveira e Duarte Branquinho. A não perder!!!

27.3.08

12.3.08

Comunicado

O PNR considera grave e ofensivo o branqueamento que o Ministro Rui Pereira tem feito em relação à criminalidade violenta que não para de crescer em Portugal.

Para o Ministro tudo está bem e os “números” oficiais da criminalidade confirmam essa sua atitude de meter a cabeça debaixo da terra e servem para “descansar” os portugueses, que são as verdadeiras vítimas da insegurança, atirando-lhes areia para os olhos.

O Ministro Rui Pereira sente que “está tudo bem”, visto que os verdadeiros “criminosos”, aqueles que verdadeiramente o preocupam, aqueles que constituem a principal “ameaça” e “perigo” para a estabilidade nacional e para a sociedade, estão presos e à beira de um mega julgamento relâmpago, exemplar, que vai devolver a tranquilidade à nação. É que estando os nacionalistas presos e vigiados, os portugueses podem dormir descansados!

A criminalidade dos gangues e o crime organizado e violento que não param de aumentar, esses, para o Ministro Rui Pereira, são episódios esporádicos ou suicídios, ainda que à facada e três vezes… Os portugueses que se habituem…

Assim se vê a seriedade e as prioridades para o Ministro da Administração Interna.

O PNR volta a insistir em que a questão da segurança é prioridade nacional, e a criminalidade tem que ser enfrentada com determinação, coragem e vontade política!

O PNR propõe ainda ao Senhor Ministro da Administração Interna: demita-se!

Comissão Política Nacional
5 de Fevereiro de 2008

Fonte: WWW.PNR.PT



7.3.08

PNR com a Sérvia [ Vídeo ]

Não tenho o hábito de colocar vídeos em demasia na minha modesta casinha mas desta vez sou obrigado a colocar este; as imagens valem por si só...

Já agora, bom fim-de-semana!

4.3.08

Do presidente aos nacionalistas - Março


Do Presidente aos Nacionalistas | Março de 2008

Neste mês de Fevereiro ficámos conhecedores do início da data do julgamento que envolve o dirigente Vasco Leitão e ainda outros militantes do PNR: dia 8 de Abril.

Importa saber que a Juíza deste Processo, Ana Paula Teixeira (que foi a mesma que despronunciou o Paulo Pedroso no Processo Casa Pia) pediu a exclusividade para este processo dos Nacionalistas. Ou seja, os mega processos como o da Casa Pia ou do Apito Dourado arrastam-se há 4 anos, onde os juízes, como é normal, acumulam vários processos, arrastando-se assim no tempo e os arguidos, esses, esgotado o tempo de prisão preventiva, aguardam em liberdade o desfecho do julgamento. Isto demonstra claramente que a morosidade da Justiça em Portugal nem sempre é uma fatalidade mas sim uma conveniência para livrar certos tubarões que gravitam na área do poder…

Neste caso, o Vasco Leitão e os outros detidos, após terem sido vítimas da singular irregularidade e tropelia processual quando em 15 de Setembro - enquanto se libertavam assassinos, violadores e pedófilos por via da entrada em vigor do novo Código de Processo Penal -, viam as suas detenções prolongadas de modo arbitrário, sendo assim privados de quaisquer direitos, liberdades e garantias, vêem-se agora perante uma pressa insólita na justiça portuguesa.
O motivo é simples: à luz do novo Código de Processo Penal (o tal que tem libertado assassinos, violadores e pedófilos) eles teriam que ser libertados no dia 18 de Junho por excesso de prisão preventiva. Perante isso, os donos do sistema persecutório que temos, estão ansiosos por verem o processo concluído em tempo recorde, digno do "Guiness", para que a pena forjada lhes seja aplicada atempadamente, garantindo que eles ficarão sob prisão.

Como é do conhecimento público, o Procurador-Geral da República pediu urgência no arrastadíssimo processo Casa Pia, para que este termine antes do verão, mas para o Conselho Superior de Magistratura parece claro que tal processo, onde há vítimas, - que são as crianças! - pode esperar. O que não pode esperar é o processo dos nacionalistas, onde a acusação de pensamento e desrespeito pelo "pensamento obrigatório" configura um gravíssimo crime.
Assim, no dia 8 de Abril vai ter início o julgamento-relâmpago dos nacionalistas, com duas sessões diárias e exclusividade do colectivo de juízes!

Estamos perante uma situação flagrante de existência de dois pesos e duas medidas. De uma parcialidade gritante.
Foi esta mesma parcialidade que levou a que se fizesse uma rusga à sede do nosso Partido com a desculpa de irem à procura de indícios num processo que envolve pessoas que nem militantes são, mas por outro lado nunca se fizeram rusgas às sedes dos partidos onde abundam corruptos de colarinho branco responsáveis pelo roubo de milhões e milhões de contos aos portugueses.
Foi essa mesma parcialidade que levou a que se estabelecesse um mega processo a nacionalistas mas tal preocupação não se aplicou nunca a elementos de extrema-esquerda que, fortemente armados provocaram desacatos e vandalismo na baixa de Lisboa quando tentavam assaltar a sede do PNR.
Foi essa mesma parcialidade que, estando sabedora das ameaças da extrema-esquerda a nacionalistas, desde 2001, com fotografias e moradas de nacionalistas na Internet, da vandalização de paredes em locais onde estavam anunciadas reuniões do nosso Partido, da vandalização do nosso cartaz do Marquês de Pombal, da agressão a uma manifestação nacionalista no 10 de Junho de 2005 por parte de um bando da anarquistas armados, etc, nada fez.

Tudo isto é do conhecimento das autoridades e foi por nós exposto em 2005 à Polícia Judiciária.
E o que se fez perante tal panorama? Instaurou-se um mega-processo aos nacionalistas… Isto não é Justiça. Isto é União Soviética!
Onde está então a Justiça e a igualdade de tratamento?

A discriminação com que se trata os nacionalistas traz consigo, inclusivamente, uma imensa falta de respeito e de humanidade para com os arguidos e testemunhas que terão sessões contínuas, ininterruptas, neste julgamento onde não se salvaguardam direitos, liberdades e garantias. Quantas destas pessoas vão faltar desmesuradamente ao emprego sofrendo as consequências desse absentismo? Quantas perderão o emprego? Quantas terão que marcar férias, gastando-as assim para poderem estar no julgamento sem sofrerem uma reacção negativa dos patrões?

Esta vergonha não pode ser calada e os portugueses precisam de saber da triste realidade da injustiça e discriminação revoltantes.

Nós, nacionalistas temos que estar despertos e, em todo o lado e por todos os meios denunciar este escândalo. Sobretudo temos que estar muito unidos, solidários e firmes!
Eu, com todo o gosto e honra, serei testemunha abonatória do Vasco Leitão e do Mário Machado!
Conto com a solidariedade e apoio de todos nesta luta que é (deve ser) de todos os nacionalistas, porque não duvidem, estas agressões visam o enfraquecimento da nossa causa e visam travar o nosso crescimento.

Mas nós, não cedemos! Nós, não paramos! Nós, não vergamos!

José Pinto-Coelho
2 Março 2008

2.3.08

abaixo o conformismo!

Foi com muito prazer que estive presente na concentração em frente ao parlamento, para que a independência do Kosovo made in América não caia no esquecimento. Para além de marcar presença nesta importante marca dos nacionalistas portugueses ao lado do povo sérvio, encontrei alguns camaradas e amigos que já não via há muito;matei dois coelhos numa cajadada só.

Mas como a luta nacionalista abrange Portugal inteiro, não poderia de não deixar aqui um abraço para todos os presentes na acção em Guimarães, berço de Portugal. Assim sendo, passem por Viana e por Guimarães para agradecerem o trabalho e dedicação à nossa causa, que também é a causa de cada Português!

28.2.08

Não há desculpa!



Metropolitanos:
estações do Rato e do Cais do sodré.

Autocarros
Para quem sai do metropolitano do Rato, pode aproveitar o 727-Restelo para ficar ao pé da Assembleia da Républica. Saindo no metropolitano do Cais do Sodré, aproveite então qualquer autocarro que passe por Santos.